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2026-09-16 13:53 por Joana Simões
As Novas 7 Maravilhas foram eleitas através de uma votação nacional numa edição que marcou o regresso do concurso 20 anos após a primeira eleição. A região centro é a zona mais representada.

Pixabay
O Castelo de Leiria venceu na categoria de Castelos, enquanto a Sé de Lisboa foi escolhida na categoria de Religião.
A lista inclui ainda as ruínas romanas de São Cucufate, em Vila de Frades, que conquistaram a categoria de História; já o Aqueduto da Usseira, em Óbidos, venceu em Grandes Obras; e os Mercados de Olhão, foram eleitos na categoria de Arquitetura Moderna (Século XX).
A Tiago Cabaço Winery, uma adega e produtora de vinhos em Estremoz, ganhou na categoria de Arquitetura Contemporânea (Século XXI) e, na categoria Turismo, venceu o Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco. Os vencedores foram escolhidos pelo público, um por cada uma das sete categorias do concurso.
A edição de 2026 começou com 147 patrimónios finalistas, selecionados entre 629 candidaturas de todo o país, incluindo as regiões autónomas. À fase final da votação decisiva do público chegaram 21 candidatos, três por cada categoria.
O concurso regressou este ano, quase duas décadas após a primeira eleição, realizada a 7 de julho de 2007. As novas categorias de arquitetura contemporânea e espaços ligados ao turismo procuram abranger diferentes períodos e expressões do património português.
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Palavras-chave: 7 maravilhas Portugal, Castelo de Leiria, Sé de Lisboa, Ruínas São Cucufate, Vila de Frades, Aqueduto da Osseira, Óbidos, Mercados de Olhão, Jardim do Paço Episcopal, Castelo Branco, turismo
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