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2026-08-26 15:29 por Viviane Oliveira António
Pelo menos 15 recém-nascidos morreram na madrugada desta quarta-feira, 26 de agosto, num incêndio que deflagrou na ala de ginecologia do Instituto de Ciências Médicas do Paquistão (PIMS), em Islamabad, a capital do país. No momento do incidente, a maternidade acolhia 16 bebés, dos quais apenas um foi resgatado com vida.
O fogo começou por volta das 7h00 da manhã (23h00 de terça-feira no horário de Portugal Continental), no terceiro andar do hospital. Segundo a emissora local o incêndio foi desencadeado por uma falha nos sistemas de ar-condicionado. Outras fontes dos serviços de socorro, indicaram que o fogo deflagrou pela explosão de um compressor de ar condicionado no interior da maternidade. A porta-voz do instituto, Aneeza Jalil, adiantou que o fogo terá sido causado por um curto-circuito.
Equipas de resgate foram enviadas ao local, com seis viaturas do corpo de bombeiros e quatro ambulâncias. O hospital informou que "o incêndio foi imediatamente controlado e as crianças foram transferidas imediatamente para a unidade de terapia intensiva". A ala foi isolada e as operações de resgate decorreram durante a manhã. A polícia adiantou que os bebés terão de ser identificados por testes de ADN.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, determinou uma investigação imediata sobre o caso. "Os responsáveis devem ser identificados, e as medidas mais rigorosas devem ser tomadas", disse o gabinete de Sharif em comunicado. O primeiro-ministro expressou ainda "profundo pesar e sincera consternação", classificando a tragédia como "irreparável".
O PIMS, localizado no centro de Islamabad, é um dos principais hospitais públicos da capital paquistanesa. As causas exatas do incêndio continuam a ser investigadas pelas autoridades.
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Palavras-chave: incêndio, hospital, recém-nascidos, Islamabad, PIMS - Instituto de Ciências Médicas do Paquistão, tragédia, Shehbaz Sharif
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