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2026-06-29 17:20 por Last Tour

Crédito: Tchane Çağan
A artista britânica em ascenção apresenta-se em Lisboa a 24 de setembro no contexto do projeto ESQUENTA, que leva à Casa Capitão o melhor da música emergente.
As canções de Flora Hibberd confundem-se com minuciosos trabalhos de tapeçaria. Inspirando-se tanto no rock e na synthpop como em cantigas tradicionais do século XVII, sempre ancoradas no indie-folk, as suas músicas têm tanto de mundanas quanto de cósmicas, com alusões surrealistas e emoções à flor da pele.
Nascida em Londres e a viver em Paris desde os dezoito anos, Hibberd vê a composição como um passeio por um bairro estranhamente familiar, onde revela — e celebra — o oblíquo e o místico.
O álbum de estreia, Swirl (2025), gravado em Eau Claire, Wisconsin, valeu-lhe rasgados elogios no ano passado, e o novo Mammoth (2026) soa a uma promessa cumprida. Produzido por Bem Lanz, dos The National, é mais estranho e arrojado do que o disco de 2025, povoado por fantasmas da histórias e da pré-história, que vagueiam pelo presente e encaram o futuro de frente.
Dia 24 de Setembro, apresenta as suas canções no Sótão da Casa Capitão, em mais um concerto do ciclo Esquenta, concebido pela Last Tour, que traz ao espaço lisboeta os artistas que, mais ano, menos ano, vamos ver nos palcos de grandes festivais, como é o caso do MEO Kalorama.
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Palavras-chave: Flora Hibberd, rock, synthpop
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