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2026-01-03 12:05 por Ringo Nogueira
As Autoridades da Venezuela informaram que operações militares conduzidas pelos Estados Unidos ocorreram no território venezuelano nesta madrugada, afetando áreas da capital, Caracas, e outras regiões do país. O governo venezuelano classificou as ações como uma violação da soberania nacional e anunciou medidas de emergência. Até ao momento, não há um comunicado detalhado do Pentágono ou da Casa Branca sobre os objetivos e o alcance das operações.
Segundo informações divulgadas por autoridades venezuelanas e por agências internacionais, foram registados ruídos associados a explosões e movimentação aérea durante a madrugada, principalmente em Caracas e em zonas próximas a infraestruturas consideradas estratégicas. Também houve relatos pontuais de interrupções no fornecimento de eletricidade, ainda sem confirmação oficial das causas.
Não foram divulgados números consolidados sobre vítimas ou danos materiais, e as informações continuam a ser verificadas por organismos independentes.
O presidente Nicolás Maduro declarou que o país foi alvo de uma ação militar externa e anunciou a implementação de um estado de emergência, com o objetivo de garantir a segurança interna e a prontidão das Forças Armadas. Em comunicado oficial, o governo venezuelano afirmou que levará o caso a instâncias internacionais, incluindo as Nações Unidas, alegando violação do direito internacional.
Fontes do governo norte-americano, citadas por meios de comunicação internacionais, confirmaram que operações militares estão em curso, mas não especificaram publicamente os alvos, a duração ou a base legal das ações. Até ao momento, não houve declaração formal do presidente dos Estados Unidos nem do Departamento de Defesa.
Washington tem mantido, nos últimos anos, uma política de forte pressão diplomática e económica sobre o governo venezuelano, alegando preocupações relacionadas com democracia, segurança regional e tráfico internacional. {t12dc:Repercussão internacional ;}
A situação gerou reações de países da América Latina e de organizações multilaterais. Alguns governos apelaram à contenção e ao diálogo, enquanto outros solicitaram reuniões de emergência em fóruns como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Conselho de Segurança da ONU para avaliar os acontecimentos.
Analistas alertam que uma escalada militar pode ter impactos significativos na estabilidade regional e agravar a já delicada situação económica e humanitária da Venezuela. Os acontecimentos de 3 de janeiro de 2026 representam um novo momento de tensão nas relações entre os Estados Unidos e a Venezuela. Com informações ainda em atualização e posições oficiais incompletas por parte de Washington, a comunidade internacional acompanha a evolução do caso, enquanto se aguardam esclarecimentos adicionais sobre o conflito .
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Palavras-chave: Estados Unidos da América, conflito, Venezuela, Caracas, Nicolás Maduro, Washington, Casa Branca, Pentágono, Departamento de Defesa, operações militares, explosões, Autoridades venezuelanas
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